Bruno Augusto Valverde Marcondes de Moura
Caminhada, poesia, ecologia e geografia. Uma trincheira de luta contra a crise civilizatória.
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Textos

Caindo de tanto teimar
Apodreci de teimoso
Cai de tanto teimar
Até me machucarem
Tacarem a primeira pedra

Teimei
Até a luz
Escurecer
Meus olhos

Teimei
Até o escuro
Iluminar
Meus olhos

Teimei
Até o fogo
Alagar
Meu corpo e minha alma

Teimei
Até a água
Queimar
Meu corpo e minha alma

Teimei
Até o silêncio
Falar
Minha teimosia

Teimei
Até a voz
Calar
Minha teimosia

Teimei
Enxugando gelo
Até cair de teimoso

Para prosseguir
Navegando
É necessário desteimar



Bruno Valverde
Enviado por Bruno Valverde em 10/08/2018
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