Bruno Augusto Valverde Marcondes de Moura
Caminhada, poesia, ecologia e geografia. Uma trincheira de luta contra a crise civilizatória.
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Textos

Poema 28

Os peixes do meu rio de sangue
Navegam no calor do meu corpo de terra
Cardumes encontram seu rio de sangue
Navegando no seu corpo de terra
Corpos de terra se encontram
Num terremoto implacável
Apenas um peixe do cardume
Chegará pelo rio de sangue da flor
O peixe é a semente
Gênese da vida
Concebida por uma flor
A semente vira outro
Peixe com rio de sangue
Concebendo outra flor
O amor é um combate de corpos
Derrotados pelo mar da entrega
O mel é o sal que adoça
Corpos numa colmeia
Bruno Valverde
Enviado por Bruno Valverde em 11/05/2018
Alterado em 14/05/2018
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